Archive for the ‘ Dicas ’ Category

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10
mai

Peças em São Paulo

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Será um prazer atende-los

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20
nov

Segurança dos Pneus

Por que colocar os pneus novos ou menos usados no eixo traseiro do veículo?

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18
jun

Mitos sobre lavagem e conservação de motocicletas

Sempre existe algum motivo que justifica o nascimento de um mito.

Sempre existe algum motivo que justifica o nascimento de um mito.

Nem todos os mitos podem ser totalmente falsos ou totalmente verdadeiros.

O mito nada mais é que a radicalização de um conceito ou uma idéia.

Ar Comprimido

Mito: Não se deve usar ar comprimido para secar a moto.

É muito importante usar ar comprimido para secar a motocicleta, essa atividade ira remover a umidade e a sujeira de locais que não temos acesso, o mito nasceu por que muitos acreditam que o ar comprimido pode prejudicar sistemas elétricos e peças sensíveis. Para que isso não seja verdade basta executar a tarefa com muito cuidado e atenção de maneira segura.

Lava Rápido

Mito: Nunca se deve lavar a moto em Lava Rápido.

Via de regra os lava rápidos não estão preparados para lavar motocicletas, utilizam equipamentos e produtos altamente prejudiciais para a motocicleta. Os automóveis têm praticamente todas as partes externas pintadas, que são protegidas pelo verniz, que por sua vez é resistente aos produtos utilizados. Já a motocicleta tem exposto uma variedade muito grande de materiais sensíveis a jatos de alta pressão e produtos químicos.

Maquina de Alta Pressão

Mito: Não se deve usar maquina de alta pressão para lavar a moto.

Os equipamentos de lavagem com alta pressão podem realmente danificar alguns locais da motocicleta, em especial o radiador e as partes elétricas. Quando a moto esta muito suja o jato de alta pressão pode também riscar a pintura. Na corrente de transmissão também não é aconselhável utilizar porque faz a sujeira penetrar entre os elos.

Grafite

Mito: A mistura de graxa e grafite é muito boa para a lubrificação da corrente de moto.

Conforme demonstram diversas informações técnicas, a graxa não é ideal para a lubrificação de corrente de motocicletas. E por sua vez a grafite só é indicada como lubrificante se for utilizada em seu estado natural. Portanto existem dois motivos que não recomendam a utilização dessa mistura. O lubrificante adequado e amplamente recomendado pelos fabricantes é o Óleo Lubrificante Sae 90.

Lavagem da Corrente

Mito: Não se deve lavar a corrente da moto.

Deve-se lavar periodicamente a corrente a fim de retirar todo o excesso de lubrificação. É aconselhável antes de lubrificar a corrente remover toda lubrificação velha e suja. Os produtos utilizados para lubrificar a corrente favorecem o acúmulo de areia, pó e sedimentos, que irão funcionar como “abrasivos”, provocando o desgaste por atrito do conjunto. Assim, somente a lavagem pode contornar esse problema. O mito nasceu principalmente por conta dos produtos utilizados para a lavagem da corrente. Não devemos nunca utilizar desengraxantes pesados eles prejudicam diretamente o metal da corrente. Nem usar gasolina, óleo diesel ou querosene puros porque podem ressecar os anéis de borracha das correntes mais modernas.

Lavagem da Moto

Mito: O excesso de lavagem estraga a moto.

Na realidade lavagem é conservação, deve-se lavar quantas vezes quiser que não estraga, não desgasta, não prejudica em nada a motocicleta. Preferencialmente faça isso você mesmo, durante essa atividade você ira conhecer melhor sua motocicleta e ainda estará automaticamente fazendo uma inspeção mecânica geral. Esse mito surgiu por conta de poucos motociclistas que não gostam de lavar a moto terem a necessidade justificar suas atitudes.

Motor Quente

Mito: Não devemos lavar a moto com o motor quente.

Esse mito tem uma finalidade preventiva, com eles os especialistas estão querendo prevenir o choque térmico a fim de evitar “trincas” no bloco do motor. Na pratica é muito difícil ocorrer o choque térmico por se molhar o motor com uma mangueira de jardim, por exemplo. Caso isso fosse verdade o que aconteceria quando estamos rodando há muito tempo com a moto e começa a chover forte? Para poder acorrer o choque térmico teríamos basicamente que jogar o motor à altíssima temperatura em um recipiente cheio de água com temperatura muito baixa. Podemos sim lavar a moto com o motor quente, basta, por exemplo, começar pelas rodas e ir molhando o motor aos poucos lentamente de maneira gradativa, iniciando-se sempre pelas partes mais inferiores.

Água e Umidade

Mito: O excesso de água e de umidade enferruja a moto.

O principal causador da oxidação (ferrugem) é o oxigênio, que se encontra em muito maior quantidade no ar do que na água. Na realidade o excesso de água e umidade não são os responsáveis diretos pelo inicio da oxidação. É importante ressaltar que com a ação do vento causado pela movimentação da moto e do calor gerado pelo sol e pelo motor a moto esta quase sempre seca e sem umidade. Ocorre que por falta da lavagem e conservação inicia-se um processo de sedimentação de resíduos e micro partículas que ficam incrustados nos materiais funcionando como pontos retentores de umidade. Se as peças estiverem limpas a umidade não “conseguira” iniciar o processo de oxidação. Esse mito surgiu porque as pessoas normalmente associam umidade com ferrugem.

Encerar Pintura

Mito: Não se deve encerar a pintura da motocicleta.

Na realidade o que limpa e protege realmente motocicleta é a cera, pois só ela remove todos os micro-sedimentos depositados na pintura. Esse mito tem um caráter preventivo. Na realidade muitas ceras automotivas têm alto teor de abrasão e acabam “lixando” demasiadamente o verniz. Para isso não acontecer basta tomar dois pequenos cuidados: não usar ceras muito abrasivas e não encerar a moto todas as vezes que lavar.

Óleo Diesel

Mito: Não se deve utilizar óleo diesel puro na lavagem da moto.

Correto, o óleo diesel tem alto teor de enxofre, que é prejudicial para quase todas as peças da moto. Mas as lonas e as pastilhas de freio são as mais prejudicadas, elas irão reter a gordura do óleo diesel ficando lisas, brilhantes e “envidraçadas”, perdendo sua eficiência para frenagem, na maioria das vezes temos que substituí-las por novas.

Fonte: www.motoecia.com.br

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14
abr

Acessórios para HD e outras

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2
fev

Harlistas do Chile

Visite a página dos Harlista do Chile: http://www.hardroad.cl

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25
out

Ferramentas Úteis

FERRAMENTAS ÚTEIS

AERÓGRAFO: É como uma pistola de pintura em miniatura que é empregada na pintura geral e de detalhes do plastimodelo. Os aerógrafos usam o ar comprimido proveniente de um compressor para junto com a tinta produzir um spray de tinta a qual gera uma pintura muito mais uniforme que o pincel além de proporcionar uma pintura de acordo com o mesmo principio das pistolas de pintura em geral usadas na pintura de aeronaves, navios, carros etc.

ÁLCOOL/THINNER/ÁGUA RAZ:
Usados para diluir tinta ou dar acabamento.
ALICATE: Usado para destacar peças da grade para posterior montagem.

APOIO PARA PEÇAS: Pode ser feito basicamente com um prendedor de roupas. Pode-se fazer um trabalho muito bem feito com dois jacarés e alguns pedaços de madeira (veja mais).
COLA PARA PLASTIMODELISMO: Usada para unir peças plásticas do kit de maneira a permitir a montagem. Eu basicamente uso dois tipos de cola: Líquida da REVELL (frasco azul com bico fino) e um outra cola especial para colagem de partes transparentes (cola branca).

COLA RÁPIDA (BONDER):
Usada em peças que necessitam ser coladas rapidamente. Esta cola não deve ser usada na confecção geral do modelo em poliestireno.

COMPRESSOR: É usado para fornecer uma pressão estável para a operação do aerógrafo. É importante que o ar entrege pelo compressor seja seco e livre de impurezas tais como pó, óleo ou ferrugem que podem danificar o aerógrafo.

ESTILETE:
Usado para retirar rebarbas de peças bem como para esculpir e cortar peças.
FITA ADESIVA: Usada para fazer máscaras de pintura sobre áreas que não deverão ser pintadas bem como para guiar cortes ou aplicação de massa nos kits.

LIXA: Usada para dar acabamento nas peças. As mais usadas são as lixas d’água: 400, 500, 600, 800, 1200, 1500 e 2000.

LUPA: Usada para o detalhamento mais preciso na pintura ou confecção de alguma peça.

MASSA PUTTY:
Massa utilizada para cobrir buracos, frestas e falhas que não devem existir no modelo a ser confeccionado, bem como para esculpir pequenas peças das quais se necessita.
PALITO DE DENTE: Usados para segurar partes como as rodas, para pintar pequenas áreas que exigem maior cuidado, misturar tintas, etc.

PEQUENA VASILHA PARA ÁGUA:
Utilizada para a aplicação dos decais.
PINÇAS: Usadas no manuseio de peças delicadas e difíceis de manusear sem instrumento além de serem úteis para auxiliar na pintura e colagem de peças.

PINCEL:
Os mais usados são os macios, chatos para efeitos de envelhecimento e redondos para pintura em geral de acordo com o hábito do modelista. Podem também ser usados pincéis largos para limpeza.

TINTA: Podem ser basicamente de dois tipos: ACRÍLICAS, solúveis em álcool ou água e ESMALTE, solúveis em thinner.

TESOURA: Para cortar os decais.

COLETA DE INFORMAÇÕES: Com certeza um dos mais importantes materiais para montar um kit: reunir fotos, textos e explicações sobre o objeto de construção ajuda a fazer com que o kit seja uma reprodução fiel.

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24
out

Diversas dicas de estrada para motociclistas aventureiros

O pneu furou?
Uma das dúvidas mais freqüentes é o que fazer se o pneu furar. Existem alguns recursos no mercado e algumas precauções que devem ser tomadas. Recomendamos, antes de mais nada, nunca pegar a estrada com pneus carecas ou em mau estado de conservação pois seu itinerário ou viagem pode acabar mal. Para pneus com câmara de ar, existem alguns produtos no mercado e são facilmente encontrados em lojas de acessórios para moto: são sprays de ar comprimido que juntamente com uma solução especial enchem e vedam o furo. Quase sempre funcionam, mas são inúteis se o furo for grande ou na lateral do pneu. A desvantagem é que a solução fica na câmara e dificulta a colagem ou remendo do furo. O único recurso é trocar a câmara.
Existem outros produtos que são colocados antes do pneu furar, mas sua eficiência é duvidosa. Você pode optar por sempre levar um kit de reparo contendo espátulas, cola, bomba e lixas. Lembre-se que para fazer o reparo de um pneu é necessário um pouco de técnica, pois do contrário, você pode destruir sua câmara. Para pneus sem câmara de ar, são as mesmas recomendações do pneu com câmara, só que o kit de reparo é diferente, pois contém as buchinhas para colocar no furo.
Nas viagens

Durante viagens longas, sua moto vai precisar de manutenção, pois o desgaste das peças e engrenagens é muito maior. É necessário verificar a cada 500 km o nível do óleo do motor, a lubrificação e a tensão da corrente. Sempre que parar para abastecer, verifique se os pneus precisam de calibragem. Cuidado com a disposição da bagagem e a tensão das amarras, pois elas podem se soltar durante a viagem. Sugerimos um kit básico, que poderá resolver a grande maioria dos problemas com sua motocicleta.

Peças: cabos do acelerador, freios, embreagem. Fusíveis, lâmpadas para o farol, lanterna e setas. Câmaras de ar sobressalentes (importante pois o reparador de câmara danifica as câmaras de ar). Velas de ignição. Corrente usada.
Utensílios: elástico extra para bagagem, canivete ou faca, rolo de fita isolante. Um pequeno pedaço de fio e um de arame fino. Lanterna pequena. Um pequeno conjunto de parafusos, arruelas e porcas. Roupa impermeável (importante). Pequeno frasco tipo dosador com óleo de motor para lubrificar a corrente.

Para o camping: sacos de dormir, barraca, sabão, escova, toalha, desodorante, repelente, cantil, marmitas, facão, etc.

A armadura: jaqueta e botas de motociclista, luvas de couro sem forro (absorvem o suor e mantêm as mãos frias). Calça de couro ou calça jeans velha (depois de um dia inteiro de viagem sua calça nova pode desmanchar). Capacete fechado. O capacete aberto é mais charmoso mas é inviável devido à chuva, insetos, poeira, pedras e pássaros. Caneleiras, se for viajar por terrenos arenosos, com cascalho ou britas.

Não leve: mochilas nas costas, pois elas causam cansaço e “caem” nas curvas. Excesso de bagagem. Excesso de peso.

Cuidados: procure não desrespeitar a velocidade limite pois um tombo longe de casa pode estragar sua viagem. Cuidado com o garupa: procure levar na garupa pessoas preparadas pois ele vai sofrer um cansaço físico maior que você. Evite viajar durante a noite.

Lubrificação da corrente: Todas as marcas recomendam que a cada 500 km você lubrifique a corrente, isso evita o desgaste excessivo apesar de sujar bastante a roda traseira, mas é mais barato limpar a moto toda semana que trocar um conjunto de relação que pode chegar a US$ 700,00 em algumas motos importadas. O lubrificante mais recomendado é óleo 90 (altamente viscoso), alguns preferem graxa náutica que é branca e não sai com água.

Calibragem dos pneus:
Manter a calibragem dos pneus correta pode fazer a diferença entre estar em condições de fazer uma curva ou “seguir reto”. As motos com pneus entre 170 a 190 (traseiro) quando usadas sem garupa devem usar de 38 a 40 libras (pneu quente).
OBS: O pneu quando aquece pode por dilatação do ar, aumentar a calibragem em até 8 libras, isto significa que um pneu calibrado frio e usado em condições quentes como uma viajem com mais de 45 minutos a uma temperatura ambiente de 20° C pode chegar a 48 libras, deixando seu pneu muito duro, perdendo sua aderência quando você mais precisa, nas curvas. Já o dianteiro deve usar 4 libras a menos que o traseiro pois seu volume cúbico é menor. Se você preferir utilize Nitrogênio para calibrar, pois ele tem um ponto de dilatação mais elevado e isto mantém mais estável a calibragem. Resumindo: quando você for andar na cidade, calibre no máximo, mas quando for para estrada, lembre de acertar sua calibragem para menos, mantendo a melhor performance dos seus pneus.


Troca dos pneus:
Quando você for trocar um pneu tenha alguns cuidados básicos: Procure sempre trocar em máquina de montagem, especialmente se for rodas raiadas. Após a troca, lembre-se que todo pneu vem de fábrica com uma camada de cera bastante escorregadia e tracionar ou forçar uma curva é tombo certo! Mas como evitar isso? Se for pneu dianteiro, use uma lixa grossa de qualquer tipo e passe em toda banda de rodagem; Se for traseiro, vá até uma área de areia ou cascalho fino e dê uma patinada com no mínimo duas voltas no pneu e estará limpo, a areia funcionará como lixa. Quando trocar? Geralmente os pneus originais aguentam em torno de 10.000 km nas esportivas e 12.000 km nas customs, mas independente disso, se você perceber que os pneus estão quase sem friso na faixa central, não hesite, troque-os. Outra maneira é se caso você começar a perceber que a moto está um pouco instável especialmente em curvas, examine primeiro a calibragem. Se estiver correta, então desconfie do desgaste dos pneus. Como escolher o pneu certo? Há vários tipos de pneus, alguns mais duros que duram mais e são menos eficazes quando usados no limite e outros mais macios que duram menos, mas que são “verdadeiros chicletes” no asfalto. Pense em como você usa sua moto e faça a escolha certa.

Parafusos em geral: Sempre que lembrar, dê uma geral nos parafusos de carenagem, rodas, suportes, etc. A alta vibração provocada tanto pelo motor quanto pelo tipo de calçamento afrouxam sistematicamente os parafusos, portanto não deixe de manter sua moto sempre justa.

Óleo lubrificante: Uma manutenção ideal é aquela em que você troca de óleo a cada 3.000 km e filtro a cada 6.000 km. As motos que andam em alto giro, quebram mais rapidamente as moléculas do óleo e por isso ele afina rápido, tornando necessária sua substituição. (entenda-se giro alto como 6.000 a 14.500 rpm). O mais recomendado para altos giros é o 20/40 e nas motos que andam com giro mais baixo pode-se usar até o 20/50 o mesmo usado nos carros em geral. Controle sempre o nível do óleo e acompanhe o “som do motor” ele revela muita coisa para você. Às vezes, você percebe o nível baixo do óleo pelo barulho excessivo das engrenagens, algo distinto do que você acostumou a ouvir.

Gasolina no tanque: Os mecânicos de competição no Brasil recomendam que se use gasolina comum a maior parte do tempo, não adianta usar gasolinas especiais com maior octanagem, pois o rendimento na cidade e na estrada é imperceptível. O aconselhável é usar de vez em quando na estrada um ou dois tanques de gasolina aditivada para descarbonizar o motor e limpar as partes móveis. Manter o tanque sempre cheio evita que se formem gotículas na parte superior do tanque. Essas gotículas quando permanecem por muito tempo, tendem a formar ferrugem no tanque provocando oxidação das partes móveis de bomba, carburador, etc. Por isso, mantenha sempre o tanque o mais cheio possível o que evita também que a bomba receba sujeira ou água. Já que a água é mais pesada que a gasolina, ela sedimenta no fundo do tanque e quando você anda muito na reserva, ela vai para o motor e começa aquela sessão “falha tudo”.

Bateria: Examine pelo menos uma vez a cada seis meses o nível da água da bateria, mas se caso sua bateria começar a dar sinal de vida, isto é, o farol enfraquece em marcha lenta, pisca junto com a sinaleira ou acende quando você acelera, pode procurar um posto e completar o nível da solução. Caso nada disso funcione, procure a loja mais próxima e troque-a, pois essas motos sem pedal de arranque são pesadas para empurrar mais de uma vez!
OBS: Se você for viajar e deixar a moto muitos dias sem ligar, desligue o pólo (-) negativo da bateria por segurança e por precaução contra uma possível descarga da bateria.

Moto no descanso Central: As motos com motor em linha, (cilindros um ao lado do outro) que tem carburadores um ao lado do outro devem preferencialmente ficar no descanso central. Essa medida serve para manter a equalização dos carburadores, pois quando a moto está no descanso lateral, por gravidade, os carburadores ficam com níveis variados de combustível facilitando a perda da equalização, responsável pelo funcionamento equilibrado de todos os cilindros. Caso a sua moto for ficar mais de três ou quatro dias sem funcionar, opte por usar o cavalete central. No caso de esportivas que não possuem este, compre um cavalete de oficina que suspende a roda traseira.

Capa da moto: Jamais coloque a capa quando a moto ainda estiver com o motor quente. Além do risco de incêndio por tocar em partes super aquecidas, ainda há o fato da capa fazer a moto “suar” e, com o tempo, oxidar partes metálicas.

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out

Comprar no exterior custa menos

Mesmo com os impostos de 60% sobre o valor dos produtos e do frete, aqui em Vitória temos comprado em lojas nos Estados Unidos e recebido via correio, por valores, aproximadamente, 50% menores do que no mercado nacional.

Várias lojas atendem ao Brasil, experimente Wisconsin HD.

Judy Juneau ~ Ecommerce Sales
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22
out

Oficina de Motocicletas do Roni

Telefone de contato: 9228-1176

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18
out

Preservação da máquina humana (para motociclistas)

Alongamento de bíceps
Trata-se da articulação do ombro, que pode ser alongada de diversos modos. O método prático é ficar à frente de alguma barreira fixa, como uma parede ou até mesmo o portão da garagem. Em seguida, coloque o braço para trás, a mão na parede e na linha do ombro. Mantenha as pernas levemente abertas para ter apoio, dobre um pouco o joelho e desloque-se lateralmente, na direção do braço estendido, até encontrar seu limite de alongamento. Quando achar que chegou ao ponto, segure por 20 segundos. Depois, faça o mesmo procedimento com o outro braço. Isso trabalha o peitoral superior e os bíceps.

Posterior de coxa
É a parte de trás da coxa, um músculo de arranque. Você, motociclista, pensa que não usa esse músculo? Quando pára a moto e coloca o pé no chão, é esse músculo que se estende para sustentá-lo. A maneira mais simples de alongar é com as pernas na mesma linha do ombro. Dobre o joelho, vá com as duas mãos na ponta dos pés, segure e comece a estender o joelho, soltando o peso da cabeça. Se conseguir esticar tudo, maravilha. Se não, vá até o seu limite, por 20 segundos. Uma dor chata vai surgir no início, algo natural.

Lombar
Músculo posterior das costas, faz a inserção do tronco com o quadril. Uma região sobrecarregada nos motociclistas, sentida principalmente por quem viaja ou roda de moto por muito tempo nas cidades, como os motoboys. Esse exercício exige um lugar fixo para ser feito. Algo que agüente seu peso, como a base de um portão ou uma árvore, por exemplo. Segure o apoio que você escolheu, deixe os pés paralelos e jogue o peso do corpo para trás, como se estivesse puxando, e mantenha a cabeça para baixo. Em resumo: joelho dobrado, bumbum lá atrás e segure por 20 segundos. Além da lombar, alonga a grande dorsal, o músculo das costas.