Archive for outubro, 2008

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Ferramentas Úteis

FERRAMENTAS ÚTEIS

AERÓGRAFO: É como uma pistola de pintura em miniatura que é empregada na pintura geral e de detalhes do plastimodelo. Os aerógrafos usam o ar comprimido proveniente de um compressor para junto com a tinta produzir um spray de tinta a qual gera uma pintura muito mais uniforme que o pincel além de proporcionar uma pintura de acordo com o mesmo principio das pistolas de pintura em geral usadas na pintura de aeronaves, navios, carros etc.

ÁLCOOL/THINNER/ÁGUA RAZ:
Usados para diluir tinta ou dar acabamento.
ALICATE: Usado para destacar peças da grade para posterior montagem.

APOIO PARA PEÇAS: Pode ser feito basicamente com um prendedor de roupas. Pode-se fazer um trabalho muito bem feito com dois jacarés e alguns pedaços de madeira (veja mais).
COLA PARA PLASTIMODELISMO: Usada para unir peças plásticas do kit de maneira a permitir a montagem. Eu basicamente uso dois tipos de cola: Líquida da REVELL (frasco azul com bico fino) e um outra cola especial para colagem de partes transparentes (cola branca).

COLA RÁPIDA (BONDER):
Usada em peças que necessitam ser coladas rapidamente. Esta cola não deve ser usada na confecção geral do modelo em poliestireno.

COMPRESSOR: É usado para fornecer uma pressão estável para a operação do aerógrafo. É importante que o ar entrege pelo compressor seja seco e livre de impurezas tais como pó, óleo ou ferrugem que podem danificar o aerógrafo.

ESTILETE:
Usado para retirar rebarbas de peças bem como para esculpir e cortar peças.
FITA ADESIVA: Usada para fazer máscaras de pintura sobre áreas que não deverão ser pintadas bem como para guiar cortes ou aplicação de massa nos kits.

LIXA: Usada para dar acabamento nas peças. As mais usadas são as lixas d’água: 400, 500, 600, 800, 1200, 1500 e 2000.

LUPA: Usada para o detalhamento mais preciso na pintura ou confecção de alguma peça.

MASSA PUTTY:
Massa utilizada para cobrir buracos, frestas e falhas que não devem existir no modelo a ser confeccionado, bem como para esculpir pequenas peças das quais se necessita.
PALITO DE DENTE: Usados para segurar partes como as rodas, para pintar pequenas áreas que exigem maior cuidado, misturar tintas, etc.

PEQUENA VASILHA PARA ÁGUA:
Utilizada para a aplicação dos decais.
PINÇAS: Usadas no manuseio de peças delicadas e difíceis de manusear sem instrumento além de serem úteis para auxiliar na pintura e colagem de peças.

PINCEL:
Os mais usados são os macios, chatos para efeitos de envelhecimento e redondos para pintura em geral de acordo com o hábito do modelista. Podem também ser usados pincéis largos para limpeza.

TINTA: Podem ser basicamente de dois tipos: ACRÍLICAS, solúveis em álcool ou água e ESMALTE, solúveis em thinner.

TESOURA: Para cortar os decais.

COLETA DE INFORMAÇÕES: Com certeza um dos mais importantes materiais para montar um kit: reunir fotos, textos e explicações sobre o objeto de construção ajuda a fazer com que o kit seja uma reprodução fiel.

2
24
out

Diversas dicas de estrada para motociclistas aventureiros

O pneu furou?
Uma das dúvidas mais freqüentes é o que fazer se o pneu furar. Existem alguns recursos no mercado e algumas precauções que devem ser tomadas. Recomendamos, antes de mais nada, nunca pegar a estrada com pneus carecas ou em mau estado de conservação pois seu itinerário ou viagem pode acabar mal. Para pneus com câmara de ar, existem alguns produtos no mercado e são facilmente encontrados em lojas de acessórios para moto: são sprays de ar comprimido que juntamente com uma solução especial enchem e vedam o furo. Quase sempre funcionam, mas são inúteis se o furo for grande ou na lateral do pneu. A desvantagem é que a solução fica na câmara e dificulta a colagem ou remendo do furo. O único recurso é trocar a câmara.
Existem outros produtos que são colocados antes do pneu furar, mas sua eficiência é duvidosa. Você pode optar por sempre levar um kit de reparo contendo espátulas, cola, bomba e lixas. Lembre-se que para fazer o reparo de um pneu é necessário um pouco de técnica, pois do contrário, você pode destruir sua câmara. Para pneus sem câmara de ar, são as mesmas recomendações do pneu com câmara, só que o kit de reparo é diferente, pois contém as buchinhas para colocar no furo.
Nas viagens

Durante viagens longas, sua moto vai precisar de manutenção, pois o desgaste das peças e engrenagens é muito maior. É necessário verificar a cada 500 km o nível do óleo do motor, a lubrificação e a tensão da corrente. Sempre que parar para abastecer, verifique se os pneus precisam de calibragem. Cuidado com a disposição da bagagem e a tensão das amarras, pois elas podem se soltar durante a viagem. Sugerimos um kit básico, que poderá resolver a grande maioria dos problemas com sua motocicleta.

Peças: cabos do acelerador, freios, embreagem. Fusíveis, lâmpadas para o farol, lanterna e setas. Câmaras de ar sobressalentes (importante pois o reparador de câmara danifica as câmaras de ar). Velas de ignição. Corrente usada.
Utensílios: elástico extra para bagagem, canivete ou faca, rolo de fita isolante. Um pequeno pedaço de fio e um de arame fino. Lanterna pequena. Um pequeno conjunto de parafusos, arruelas e porcas. Roupa impermeável (importante). Pequeno frasco tipo dosador com óleo de motor para lubrificar a corrente.

Para o camping: sacos de dormir, barraca, sabão, escova, toalha, desodorante, repelente, cantil, marmitas, facão, etc.

A armadura: jaqueta e botas de motociclista, luvas de couro sem forro (absorvem o suor e mantêm as mãos frias). Calça de couro ou calça jeans velha (depois de um dia inteiro de viagem sua calça nova pode desmanchar). Capacete fechado. O capacete aberto é mais charmoso mas é inviável devido à chuva, insetos, poeira, pedras e pássaros. Caneleiras, se for viajar por terrenos arenosos, com cascalho ou britas.

Não leve: mochilas nas costas, pois elas causam cansaço e “caem” nas curvas. Excesso de bagagem. Excesso de peso.

Cuidados: procure não desrespeitar a velocidade limite pois um tombo longe de casa pode estragar sua viagem. Cuidado com o garupa: procure levar na garupa pessoas preparadas pois ele vai sofrer um cansaço físico maior que você. Evite viajar durante a noite.

Lubrificação da corrente: Todas as marcas recomendam que a cada 500 km você lubrifique a corrente, isso evita o desgaste excessivo apesar de sujar bastante a roda traseira, mas é mais barato limpar a moto toda semana que trocar um conjunto de relação que pode chegar a US$ 700,00 em algumas motos importadas. O lubrificante mais recomendado é óleo 90 (altamente viscoso), alguns preferem graxa náutica que é branca e não sai com água.

Calibragem dos pneus:
Manter a calibragem dos pneus correta pode fazer a diferença entre estar em condições de fazer uma curva ou “seguir reto”. As motos com pneus entre 170 a 190 (traseiro) quando usadas sem garupa devem usar de 38 a 40 libras (pneu quente).
OBS: O pneu quando aquece pode por dilatação do ar, aumentar a calibragem em até 8 libras, isto significa que um pneu calibrado frio e usado em condições quentes como uma viajem com mais de 45 minutos a uma temperatura ambiente de 20° C pode chegar a 48 libras, deixando seu pneu muito duro, perdendo sua aderência quando você mais precisa, nas curvas. Já o dianteiro deve usar 4 libras a menos que o traseiro pois seu volume cúbico é menor. Se você preferir utilize Nitrogênio para calibrar, pois ele tem um ponto de dilatação mais elevado e isto mantém mais estável a calibragem. Resumindo: quando você for andar na cidade, calibre no máximo, mas quando for para estrada, lembre de acertar sua calibragem para menos, mantendo a melhor performance dos seus pneus.


Troca dos pneus:
Quando você for trocar um pneu tenha alguns cuidados básicos: Procure sempre trocar em máquina de montagem, especialmente se for rodas raiadas. Após a troca, lembre-se que todo pneu vem de fábrica com uma camada de cera bastante escorregadia e tracionar ou forçar uma curva é tombo certo! Mas como evitar isso? Se for pneu dianteiro, use uma lixa grossa de qualquer tipo e passe em toda banda de rodagem; Se for traseiro, vá até uma área de areia ou cascalho fino e dê uma patinada com no mínimo duas voltas no pneu e estará limpo, a areia funcionará como lixa. Quando trocar? Geralmente os pneus originais aguentam em torno de 10.000 km nas esportivas e 12.000 km nas customs, mas independente disso, se você perceber que os pneus estão quase sem friso na faixa central, não hesite, troque-os. Outra maneira é se caso você começar a perceber que a moto está um pouco instável especialmente em curvas, examine primeiro a calibragem. Se estiver correta, então desconfie do desgaste dos pneus. Como escolher o pneu certo? Há vários tipos de pneus, alguns mais duros que duram mais e são menos eficazes quando usados no limite e outros mais macios que duram menos, mas que são “verdadeiros chicletes” no asfalto. Pense em como você usa sua moto e faça a escolha certa.

Parafusos em geral: Sempre que lembrar, dê uma geral nos parafusos de carenagem, rodas, suportes, etc. A alta vibração provocada tanto pelo motor quanto pelo tipo de calçamento afrouxam sistematicamente os parafusos, portanto não deixe de manter sua moto sempre justa.

Óleo lubrificante: Uma manutenção ideal é aquela em que você troca de óleo a cada 3.000 km e filtro a cada 6.000 km. As motos que andam em alto giro, quebram mais rapidamente as moléculas do óleo e por isso ele afina rápido, tornando necessária sua substituição. (entenda-se giro alto como 6.000 a 14.500 rpm). O mais recomendado para altos giros é o 20/40 e nas motos que andam com giro mais baixo pode-se usar até o 20/50 o mesmo usado nos carros em geral. Controle sempre o nível do óleo e acompanhe o “som do motor” ele revela muita coisa para você. Às vezes, você percebe o nível baixo do óleo pelo barulho excessivo das engrenagens, algo distinto do que você acostumou a ouvir.

Gasolina no tanque: Os mecânicos de competição no Brasil recomendam que se use gasolina comum a maior parte do tempo, não adianta usar gasolinas especiais com maior octanagem, pois o rendimento na cidade e na estrada é imperceptível. O aconselhável é usar de vez em quando na estrada um ou dois tanques de gasolina aditivada para descarbonizar o motor e limpar as partes móveis. Manter o tanque sempre cheio evita que se formem gotículas na parte superior do tanque. Essas gotículas quando permanecem por muito tempo, tendem a formar ferrugem no tanque provocando oxidação das partes móveis de bomba, carburador, etc. Por isso, mantenha sempre o tanque o mais cheio possível o que evita também que a bomba receba sujeira ou água. Já que a água é mais pesada que a gasolina, ela sedimenta no fundo do tanque e quando você anda muito na reserva, ela vai para o motor e começa aquela sessão “falha tudo”.

Bateria: Examine pelo menos uma vez a cada seis meses o nível da água da bateria, mas se caso sua bateria começar a dar sinal de vida, isto é, o farol enfraquece em marcha lenta, pisca junto com a sinaleira ou acende quando você acelera, pode procurar um posto e completar o nível da solução. Caso nada disso funcione, procure a loja mais próxima e troque-a, pois essas motos sem pedal de arranque são pesadas para empurrar mais de uma vez!
OBS: Se você for viajar e deixar a moto muitos dias sem ligar, desligue o pólo (-) negativo da bateria por segurança e por precaução contra uma possível descarga da bateria.

Moto no descanso Central: As motos com motor em linha, (cilindros um ao lado do outro) que tem carburadores um ao lado do outro devem preferencialmente ficar no descanso central. Essa medida serve para manter a equalização dos carburadores, pois quando a moto está no descanso lateral, por gravidade, os carburadores ficam com níveis variados de combustível facilitando a perda da equalização, responsável pelo funcionamento equilibrado de todos os cilindros. Caso a sua moto for ficar mais de três ou quatro dias sem funcionar, opte por usar o cavalete central. No caso de esportivas que não possuem este, compre um cavalete de oficina que suspende a roda traseira.

Capa da moto: Jamais coloque a capa quando a moto ainda estiver com o motor quente. Além do risco de incêndio por tocar em partes super aquecidas, ainda há o fato da capa fazer a moto “suar” e, com o tempo, oxidar partes metálicas.

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22
out

Os Motores Harley e a Personalização das Máquinas

Vivemos em um mundo onde a tecnologia de computadores muda diariamente. As empresas de motocicleta japonesa tendem a criar novos projetos de motor a cada ano. As linhas de carros são completamente renovadas a cada três ou quatro anos. Então, eis a Harley-Davidson Motor Company.

A Harley-Davidson parece trabalhar com um relógio completamente diferente, com novos designs de motores chegando a cada 15 anos ou mais. Entre 1936 e 2003, os designs de motores lançados pela Harley representaram uma constante tentativa de ajuste do mesmo desenho de motor refrigerado a ar de dois cilindros em “V” a 45º. Em 2001, a Harley liberou seu primeiro design realmente novo em uma motocicleta para venda ao público; ainda era um bicilíndrico em “V”. Se você ignorar os primeiros poucos anos da história da empresa como um período de experimentação, houve realmente apenas sete revisões maiores durante os 100 anos de existência da empresa:

• Motores Flathead: fabricados entre 1929 e 1974, os flatheads (cabeçotes-planos) não tinham válvulas no cabeçote; em vez disso, elas ficavam localizadas ao longo do motor e abriam-se para cima em uma câmara ao lado da câmara de combustão; a vantagem do cabeçote-plano era a simplicidade – sem hastes ou balancins e uma peça única fundida com um furo para a vela; um motor Flathead típico tinha uma cilindrada de 742 cm3 e produzia cerca de 22 cv;

• Motores Knucklehead: fabricados entre 1936 e 1947; o Knucklehead veio de variações de 990 cm3 e 1.200 cm3, capazes de produzir 40 e 45 cv respectivamente;

• Motores Panhead: fabricados entre 1948 e 1965; o panhead veio em variações de 990 cm3 e 1.200 cm3, capazes de produzir 50 e 55 cv respectivamente; as grandes diferenças entre o Knuckehead e o panhead incluem cabeçotes de alumínio no panhead e linhas de óleo internas, em oposição às linhas externas do Knucklehead;

• Motores Shovelhead: fabricados entre 1966 e 1985; os Shovelheads deslocavam 1.200 cm3 e produziam 60 cv;

• Motores Evolution: fabricados entre 1984 e 1999; a cilindrada é de 1.340 cm3 e o motor produz 70 cv; embora o Evolution de 1.340 cm3 não seja mais produzido, a linha de motocicletas do modelo Sportster usa os motores Evolution com cilindradas de 883 cm3 e 1.200 cm3 (fabricadas desde 1986);

• Motores Twin Cam 88: fabricados desde 1999; o Twin Cam obteve seu nome do fato de ter dois comandos no bloco para acionar as válvulas; com 1.450 cm3, é o motor de motocicleta da Harley mais produzido e produz 80 cv; o motor permanece refrigerado a ar e tem válvulas no cabeçote acionadas por hastes e balancins; a versão 88B do motor, que saiu em 2000, traz duas árvores contra-rotativas de balanceamento para reduzir a vibração;

• Motores Revolution: começaram a ser fabricados em 2001; o motor Revolution é usado atualmente apenas em um modelo de produção da Harley – a VSRC. Enquanto todos os motores previamente mencionados são praticamente os mesmos e representam melhorias progressivas, o motor Revolution é diferente; ele é refrigerado a água em vez de ar, e o ângulo de seu “V” é de 60º em vez de 45°; ele tem duas árvores de comando de válvulas em cada cabeçote em vez de duas no bloco e incorpora injeção de combustível; é menor, apenas 1.130 cm3; tem curso muito mais curto, permitindo que gire a 9.000 rpm e produza 115 cv.

A linha de produtos
Ao longo dos anos foram criados centenas de modelos de Harley-Davidson e variações, mas, se você quer falar “harleyês”, há certos nomes de modelos na linha atual que você precisa ser capaz de reconhecer. Eis os principais:

• Sportster: a Harley de entrada. É mais leve e esportiva que a maioria das Harley, daí o nome. A Sportster 2007 tem sete versões. Ela tem 2,23 m de comprimento, pesa cerca de 227 kg e seu preço começa em US$ 6.595 nos EUA. No Brasil, o modelo mais barato da Sportster custa R$ 29.600.

• Softail: uma moto para qualquer finalidade. Tem cerca de 2,41 m de comprimento e pesa cerca de 295 kg. Os preços variam entre US$ 15.000 e US$ 18.000. Os nomes mais conhecidos desta linha são “Deuce”, a “Fat Boy” (que ficou famosa no filme Exterminador do Futuro 2) e a “Springer Softail”, assim chamada devido ao garfo dianteiro com mola (em vez de um garfo hidráulico).

• VRSC: esta atualmente é a única produção da Harley-Davidson que usa o motor Revolution. Tem cinco versões, com o preço inicial de US$ 15.000. Ela tem 2,38 m de comprimento e pesa cerca de 272 kg.


• Dyna Glide:
esta chopper clássica da Harley tem 2,38 m de comprimento, cerca de 286 kg e preços que variam de US$ 12.500 a US$ 18.000.
• Touring: as motos de turismo incluem a “Road King”, a “Electra Glide” e a “Ultra Classic”. Todas essas motos têm 2,38 m de comprimento, pesam entre 318 kg e 363 kg e possuem bolsas laterais e outros ornamentos de turismo. Os preços começam em cerca de US$ 17.500 e vão até US$ 20.000.

O site da Harley-Davidson (em inglês) contém as descrições completas, fichas técnicas, preços e calculadores de pagamento etc. para permitir que você aprenda tudo sobre os diferentes modelos.

Personalização e mercado paralelo

Assim como há pessoas que gostam de personalizar seus carros, muitas também gostam de personalizar suas motos Harley-Davidson. As personalizações podem ser simples, como colocar um sistema de escapamento diferente, ou podem ser radicais, como instalar garfos do estilo chopper.
O suprimento de peças para personalização é chamado de aftermarket, mercado paralelo. Existem milhares de empresas que produzem peças de personalização para Harley-Davidson.
Ao longo do tempo, o aftermarket da Harley cresceu. A Harley-Davidson contribuiu para este processo, ao ser lenta nas mudanças. O aftermarket agora produz cada peça para uma moto Harley sob várias formas: motores, transmissões, quadros, garfos, freios, rodas, tanques de gasolina e assim por diante, todos podem ser adquiridos no mercado paralelo.
Isso significa que você agora pode ir até os fornecedores, comprar todas as peças que precisa e montar, completamente do nada, sua própria máquina personalizada similar à Harley usando peças da prateleira. Você compra quadro no aftermarket, motor, transmissão e assim por diante. Uma vez que tenha juntado tudo, você tem algo que parece muito com uma “Harley”, mas não inclui uma única peça Harley-Davidson.

Um fornecedor do paralelo como a Cyborg Cycles (em inglês) é o tipo de empresa que pode vender a você todas as peças. A Cyborg fornece para o mercado do “faça você mesmo”. Você também pode comprar kits de motocicleta (em inglês) completos incluindo cada peça que precisa para montar, você mesmo, um clone da Harley. Se você nunca montou uma motocicleta, um kit pode fazer grande parte do trabalho de entendimento do processo e aumentar suas chances de sucesso.
Você pode literalmente fazer qualquer coisa que desejar no mercado paralelo da Harley. Você pode gastar de US$ 10.000 a US$ 100.000 em uma moto que tenha os exatos recursos e aspecto que você deseja.

Fonte: http://carros.hsw.uol.com.br/harley-davidson2.htm

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22
out

Comprar no exterior custa menos

Mesmo com os impostos de 60% sobre o valor dos produtos e do frete, aqui em Vitória temos comprado em lojas nos Estados Unidos e recebido via correio, por valores, aproximadamente, 50% menores do que no mercado nacional.

Várias lojas atendem ao Brasil, experimente Wisconsin HD.

Judy Juneau ~ Ecommerce Sales
Wisconsin Harley-Davidson
262-569-8500 ext 3202
esales2@wishd.com

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Harley Davidson: 105 anos

Neste mês, a legendária Harley-Davidson comemora 105 anos de idade. Para marcar a data, os aficcionados estão celebrando com um megamuseu em Milwaukee, Estados Unidos, terra natal da moto.

De acordo com a assessoria, a construção conta 81 mil metros quadrados, erguida por três prédios de tijolos pretos, aço galvanizado e bastante vidro ao redor. Por causa da construção, o museu está se tornando um templo para os adoradores da Harley.

No espaço, existem 200 motos e várias outras peças que registram a história e a cultura da Harley. Entre as vedetes, não poderia faltar a mais antiga, a chamada de “Serial Number One”. A “Number One” é, na verdade, uma espécie de protótipo com pedal e um pequeno motor, construídos pelos fundadores da empresa, William S. Harley e Arthur Davidson.

Ainda no acervo do museu, os fãs poderão ver os modelos de serviço de três rodas – usados durante a Grande Depressão, em 1929, e os fabricados na Segunda Guerra Mundial.

Também está no museu a moto KH vermelha e branca 1956, de Elvis Presley, que a comprou alguns meses antes de estourar com a balada “Heartbreak Hotel”.

Outros famosos também marcam presença virtual em telas que exibem os momentos mais importantes da Harley no cinema e na televisão. Estão lá “Sem Destino (“Easy Rider”) e “Pulp Fiction”, além da versão animada dos “Simpsons”.

Para não se sentir fora de seu “habitat”, isto é, para ter a sensação de estrada por perto – o museu tratou de colocar o característico ronco do motor em diversos locais para o público ouvir. A expectativa é que o museu atraia cerca de 350 mil pessoas por ano. A entrada custa de US$ 10 a US$ 16. Crianças abaixo de cinco anos não pagaram.

Cinco anos atrás, mais de 250 mil pessoas festejaram o centenário da marca na cidade. As comemorações para os 105 anos acontecerão entre 28 e 31 de agosto.

Hoje, a fabricante é a maior dos Estados Unidos. Cerca de metade de todas as motos vendidas no país são da marca, e há mais de 1 milhão de pessoas no Harley Owners Group, que reúne fãs proprietários.

Fonte: Diário do Nordeste

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22
out

Oficina de Motocicletas do Roni

Telefone de contato: 9228-1176

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20/09/2008 – Buenos Aires

Belo passeio saindo de Vitória, passando pelo distrito de Buenos Aires (Guarapari), tocando até Alfredo Chaves para comer uma costela e depois voltar a Vitória pela BR-101 Sul.

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26/07/2008 – Domingos Martins

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19/07/2008 – Domingos Martins

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16/08/2008 – Linhares