Archive for agosto, 2008

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25
ago

Em menos de 1 mês, Harley Vitória já é um sucesso

Tão inéditos quanto a 1º Volta na Ilha, estão sendo os resultados obtidos pelo site Harley Vitória. Desde o seu lançamento, em 15/08, foram mais de 1.500 visitas e mais de 9.500 visualizações de páginas. Recentemente, ganhou espaço nos principais veículos do estado – A Gazeta, A Tribuna, Folha Vitória e Jovem Pan -, além da adesão de 78 harlistas confirmados, e muitos amigos e simpatizantes de Harley Davidson. Veja mais sobre o sucesso dessa comunidade nos releases abaixo.

31/08 – Jornal


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30/08 – Jornal


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26/08 – Jornal A Tribuna

25/08 – Jornal A Tribuna

25/08 - Release A Tribuna

23/08 – Jornal A Gazeta

25/08 - Release A Gazeta

23/08 – Portal Folha Vitória

25/08 - Folha Vitória

23/08 – Jornal A Gazeta

13/08/2008 - Release A Gazeta

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23
ago

Dicas de Moto

Regulagem

Viajar de moto é uma das boas coisas deste veículo. O contato com a natureza é direto e as paisagens fazem parte do “pára-brisa” de cada motociclista.
Mas é necessário uma série de cuidados, providências e planejamento para que nenhum imprevisto estrague as esperadas férias. Uma boa revisão mecânica e elétrica, uma conferida na documentação e nos pneus, uma estudada nos mapas da região, além de uma preparação física, com direito a um bom relaxamento mental que só a motocicleta pode proporcionar. Boa Viagem.

Revisão

A revisão deve incluir todos os setores. Se você tem todas as ferramentas e muita disposição, pode até poupar alguns trocados. Senão, dê preferência para uma oficina de sua confiança. Na dúvida, substitua as peças mais sujeitas a quebras e faça um teste antes pegar a estrada.
Parte elétrica – Andar de noite, não é muito recomendável. Mas pode pintar uma emergência. Todas as lâmpadas devem ser conferidas e uma de reservas deve ser levada. A bateria deve ser checada em sua carga, especialmente para motos com partida elétrica. Inclusive o motor de arranque e a fiação.
Parte mecânica – O carburador, ou carburadores, devem passar por uma limpeza ou regulagem. A vela, ou as velas, devem ser checadas e substituídas caso estejam desgastadas. As condições da corrente, coroa e pinhão checadas. As motos com eixo “cardã”, não necessitam de manutenção. As condições do motor devem ser avaliadas.
Pneus – Nem pensar em sair com os pneus carecas. Além da possibilidade dos problemas aumentarem consideravelmente, a segurança fica definitivamente comprometida. Na verdade, quem fura é a câmara, mas os dois ficam vazios… Como moto não tem estepe, os pneus devem ser novos e a calibragem obedecida.
Freios – Se a moto anda muito, também deve parar muito. Com itens de segurança nada de “gambiarra”. As pastilhas devem ser conferidas, para motos com freio a disco. Especialmente se a região escolhida for de serra. As lonas (normalmente nas traseiras) devem ser trocadas, quando o freio já estiver baixo. Todos os cabos e fluidos também devem ser verificados.
Piloto – O item de maior importância. Espírito desarmado, farol aceso, uma parada a cada duas horas de pelo menos 15 minutos e nada de bebidas alcoólicas. Na alimentação, a preferência deve ser coisas leves. Deixe para comemorar, com tudo o que tem direito, na chegada.

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21
ago

Festa de Lançamento do Site do Harley Vitória

O lançamento do site Harley-Vitória aconteceu na última quarta-feira, 20 de Agosto, e contou com a participação de vários proprietários de Harley-Davidson. O encontro aconteceu no “Na Praia Creparia” ao som da banda Viva Las Vesgas que, com muito ânimo, evocaram as músicas que marcaram os anos 50. Confira o resultado dessa festa.

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20
ago

Harley Electra Glide Ultra Classic

Aldo Tizzani

Uma manhã de sábado ensolarada e de céu azul, ideal para uma viagem de moto. Na garagem, um mito. Depois de separar os equipamentos e colocar a jaqueta, o capacete e as luvas, então era hora de dar o “start” e pôr o pé na estrada. Com a Harley-Davidson Electra Glide Ultra Classic, modelo top de linha da família Touring, saí de casa com a nítida sensação de que estava com “cara de tiozão”, apesar de meus 37 anos.

Na rua, o estilo retrô desta HD chama muito a atenção, seja de motoristas como também de outros motociclistas. Entre uma parada e outra no semáforo, as perguntas eram as mesmas: Que moto é essa? Têm quantas cilindradas? Quanto custa? Agora um pouco mais de paciência, pois todas estão perguntas serão respondidas.

Como principais características, a Electra está equipada com um “torcudo” motor de 1584 cm³, Twin Cam 96, pintado de preto e com as tampas cromadas, malas laterais rígidas e Topcase, com capacidade de 38,5 litros, além do banco em dois níveis e do piloto automático de série.

Esta tríplice aliança — desempenho, espaço para bagagem e conforto — faz da Ultra Classic uma excelente opção para quem pratica o mototurismo. O preço deste “sofazão sobre duas rodas” é de R$ 80 mil.

Esta clássica Harley gosta mesmo é de rodar em estradas em perfeitas condições como, por exemplo, as rodovias Bandeirantes e Washington Luis, ambas em São Paulo. Então era hora de pegar a estrada.

Na Bandeirantes, liguei o rádio. Para minha surpresa, a estação sintonizada era de uma emissora que só toca classic rock. Pura coincidência! Alguns quilômetros à frente, a trilha sonora não poderia ser outra: “Born to be Wild”, com “Steppenwolf”. Depois vieram Black Sabath, Led Zeppelin e até Eric Clapton.

Resumindo: eu estava muito bem acompanhado no melhor do duo entre rock and road. À medida que a rotação do motor ia subindo, o volume acompanhava o ritmo das rpm. O bom sistema de áudio é fornecido pela Harman-Kardon e conta com quatro potentes alto-falantes.

Se a garupa não estiver satisfeita com a música, ela pode trocar de estação, aumentar e baixar o volume, já que os comandos estão nas laterais do banco. Falando em garupa, piloto e passageiro viajam confortavelmente em um banco de couro. Além disso, as pedaleiras plataformas estão muito bem posicionadas. Como tenho 1,72 m, a visão fica um pouco prejudicada, já que o escudo frontal está na mesma linha que meu campo de visão. Ou o piloto ficava com uma postura mais ereta ou relaxava e se posiciona abaixo da proteção, até achar uma posição ideal.

Motor e ciclística

O motor “V2” desta top da linha Touring da Harley-Davidson é bastante “torcudo”, são 12,3 kgf.m a 3400 rpm. A moto tem muita força em baixas rotações e isso é sentido nas “arrancadas”, como também nas retomadas. Para esta moto, a velocidade de cruzeiro é de cerca de 140 Km/h. Já a potência chega a 79 cv a 5.300 rpm. Muito pouco para uma moto de quase 1600 cm³.

Alimentado por injeção eletrônica de combustível seqüencial (ESPFI), o propulsor Twin Cam 96 conta com câmbio de seis velocidades. Detalhe: a sexta é over-drive. A transmissão da força do motor para a roda é feita por meio de correia dentada, marca registrada das motos HD. Para reduzir a vibração que é bastante sentida com a moto parada, o bloco do motor foi apoiado sobre coxins de borracha. Resumindo, na estrada a Ultra Classic sente-se em casa, já na cidade, passar com esta moto nos corredores é missão quase impossível.

Outras marcas de motos premium optaram por uma maior tecnologia embarcada, caso da BMW K 1200 LT e da Honda GL 1800 Gold Wing, primeira moto do planeta a vir, de série, com o sistema airbag. Já a Harley atualizou seus modelos, principalmente no que diz respeito ao motor e ao chassi, porém utilizou receitas tradicionais na sua parte ciclística. Ter uma Harley-Davidson é sinônimo de status, além de ser um ícone norte-americano com fãs em todos os cantos do mundo.

O conjunto de freios — disco duplo na dianteira e simples na traseira — está muito bem dimensionado. A frenagem é bastante precisa, mesmo em situações extremas. O traseiro se mostrou bastante eficiente para parar esta “jamanta” de 2,4 metros e 332 quilos (a seco).

Com relação às suspensões, nada de novo: garfo telescópico de 117 mm de curso na dianteira e, na traseira, duplo amortecedor de 76mm de curso e com regulagem na pré-carga da mola. O conjunto se mostrou extremamente eficiente nos tapetes das rodovias paulistas. Nas vias urbanas, cheias de desníveis e ondulações, HD Ultra até enfrentou bem as imperfeições do piso, levando-se em consideração seu porte.

Depois de mais de 400 quilômetros, ouvindo rock´n´roll e chamando a atenção de todos nas ruas e na estrada com esse mito americano, percebi que ser “tiozão” está na moda.

Ficha Técnica

Motor: Dois cilindros em “V”, Twin Cam 96, refrigerado a ar
Potência máxima: 79 cv a 5.300 rpm
Torque máximo: 12,3 Kgf.m a 3400 rpm
Capacidade cúbica: 1584 cm³
Diâmetro x curso: 95.3 mm x 111.1 mm
Sistema de alimentação: Injeção Eletrônica de Combustível Seqüencial (ESPFI)
Relação de compressão: 9.2:1
Sistema de partida: Elétrica
Câmbio: Seis velocidades
Transmissão final: Correia dentada
Capacidade do tanque: 18,9 litros
Chassi: De aço tubular de secção quadrada na trave principal, com tubos inferiores simétricos
Suspensão dianteira: Telescópica de 41.3 mm
Suspensão traseira: Amortecedores com regulagem de pré-carga a ar
Freio dianteiro: Disco duplo de 292 mm, com quatro pistões
Freio traseiro: Disco simples de 292 mm
Roda/pneu dianteiro: Liga-leve de 9 raios, D402F MT90B16 72H, Dunlop® Harley-Davidson Series, blackwall
Roda/pneu traseiro: Liga-leve de 9 raios, D402 MU85B16 77H, Dunlop® Harley-Davidson Series, blackwall
Dimensões (C X L X A): 2400 mm X 970 mm X 1450 mm
Distância entre-eixos: 1610 mm
Altura do assento: 693 mm
Altura ao solo: 130 mm
Peso seco: 332 Kg
Cores: Vivid Black, Fire Red Pearl e Pacific Blue Pearl
Preço: R$ 79.900,00

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15
ago

Harley-Davidson compra a italiana MV Agusta

A Harley-Davidson, Inc. anunciou hoje a assinatura de um acordo definitivo para a compra da fábrica italiana de motocicletas, MV Agusta Group. Por aproximadamente US$ 109 milhões a Harley vai adquirir 100% das cotas do grupo italiano, que também detém a marca de motos Cagiva. O valor inclui a quitação do débito de cerca de US$ 70 milhões que fizeram a produção das motos MV Agusta diminuir nos últimos meses.

Apesar do anúncio, o negócio só deve ser concretizado nas próximas semanas, após serem aprovadas pelos órgãos reguladores. Claudio Castiglioni, atual presidente da MV Agusta e integrante da família que detém 95% das ações do grupo, pode ainda receber um pagamento extra, de quantia não revelada em 2016, caso alguns índices financeiros sejam atingidas pela empresa.

“As motos são o coração, a alma e a paixão da Harley-Davidson, Buell e MV Agusta” declarou o Chief Executive Officer (CEO) da Harley-Davidson, Inc., Jim Ziemer. “Todas essas marcas oferecem grandes produtos e têm uma relação muito próxima com seus fanáticos clientes”, explicou Ziemer.

Segundo o comunicado oficial, a prioridade da Harley agora é nomear um Diretor-Administrativo e retomar a fabricação dos atuais modelos na matriz da MV Agusta em Varese, na Itália. Claudio Castiglioni continua na função de Chairman da empresa e deve encabeçar o desenvolvimento de novos produtos. Quanto ao estilo dos futuros modelos, os fãs da marca italiana não se preocupem: o consagrado designer Massimo Tamburini, criador da linha de motos Brutale da MV Agusta, também se mantém na liderança do estúdio de design.

“Com o profundo entendimento emocional que a Harley-Davidson tem do negócio motocicleta, tenho certeza que as motos MV Agusta vão continuar a conquistar fãs ainda por muitas gerações”, disse Castiglioni.

Sucesso mundial – Segundo o CEO da Harley, Jim Ziemer, a aquisição da MV Agusta vai ajudar na consolidação da Harley na Europa. Os números de vendas das motos americanas cresceram na casa dos dois dígitos no Velho Continente. “(A aquisição) Firmará a posição da Harley-Davidson como líder mundial em atender aos anseios e sonhos de seus clientes”, declarou Zimmer.

No Brasil, a Harley-Davidson, que produz motocicletas em Manaus (AM), é comercializada pelo Grupo Izzo, também representante das motos MV Agusta. Em 2007, o Grupo Izzo vendeu 4.000 motos. E também projeta crescimento para este ano. Segundo Paulo Izzo, dono do Grupo, as vendas devem dobrar em 2008.

Segundo dados da Abraciclo, associação brasileira do setor de motocicletas, 2.338 motocicletas Harley-Davidson foram comercializadas no ano passado. Os dados do primeiro semestre de 2008 confirmam a previsão de Izzo: 2.775 motos Harley foram vendidas entre janeiro e junho.

Via Motonline